sexta-feira, 14 de julho de 2017

MEU CHEFE É UMA LOUCURA (Cap. 6)





Quando cheguei em casa, à noite, estava exausta. Não pelo serviço. Aquilo era molezinha. O problema era conseguir manter uma mentira 24 horas por dia. Pelo menos estava me saindo bem. Eu tinha certeza de que nenhuma das duas colegas desconfiara da minha situação. Mas até quando?

Eu estava atirada no sofá quando me deparei com minha mãe vindo na minha direção. Dei um berro:
− Tira esse negócio daqui, mãe. Pelo amor de Deus, eu preciso emagrecer!

Ela parou no meio do caminho segurando um pratinho com um pedaço suculento de bolo de chocolate com cobertura de leite condensado. Fechei os olhos para não cair em tentação.

− Homem não gosta de mulher magra, Valdirene. E você está tão bem...
− Bem gorda – não adiantou somente fechar os olhos. O cheirinho delicioso entrou pelo meu nariz descaradamente. – Você não tem ideia de como fiquei ridícula naquele uniforme da empresa. Ou eu perco cinco quilos em um mês ou me interno em um SPA.
− Vai jantar o quê, então? – perguntou ela, inconformada com a minha recusa.
− Um prato de sopa.
− Você vai ficar fraca.
− Antes uma fraca magra a uma gorda forte. Quer fazer a gentileza de tirar esse troço do meu nariz?!

Entrei debaixo do chuveiro tentando imaginar como seria minha vida dali para frente. Enquanto não arrumasse um namorado de verdade, eu viveria na corda bamba. Qualquer deslize e minha terrível vergonha seria descoberta. Na verdade era muito mais fácil eu bancar a discreta e ficar na minha. O único problema é que eu não queria ficar para trás de Angélica e Kelly. Queria mostrar que podia tanto quanto elas. Infelizmente, no presente momento, eu não podia coisa alguma. Nem um namorado eu era capaz de arrumar.


Mas podia inventar um.

quarta-feira, 5 de julho de 2017

MEU CHEFE É UMA LOUCURA (Cap. 5)




Quando comecei a trabalhar na empresa eu não havia perdido dois quilos, mas engordado três. Dentro daquele uniforme nada sexy senti-me uma ridícula entre as minhas duas colegas beldades. No entanto fui muito bem recebida, o que reduziu um pouco minha sensação de inferioridade. O serviço era fácil e agradável. Eu simplesmente tinha que informar às pessoas que entravam na agência onde ficava o lugar que elas desejavam ir. Simples. Havia momentos de grande movimento. Porém, quando tudo ficava calmo era até possível manter um diálogo com Angélica e Kelly. E antes do meio dia descobri que minhas colegas eram duas vadias.

Nem Samanta Hot poderia imaginar uma coisa daquelas. Ouvir as aventuras sexuais de Kelly e Angélica era como ter uma aula de sexo em tempo integral. Era somente sobre isto que elas conversavam. No início fiquei surpresa. Depois, assustada. Ser Samanta Hot entre quatro paredes era uma coisa. Mas ser Valdirene da Silva, a última virgem do país, entre duas putas, era bem complicado. Elas não podiam de jeito nenhum saber que eu era virgem, mas nem namorado eu tinha para disfarçar. Teria que inventar muitas coisas para não passar vergonha, além de trazer Samanta Hot para viver comigo durante 24 horas por dia.

No primeiro dia de trabalho fomos as três em um restaurante próximo. Era um lugar simples, sem muito espaço, mas com a comida boa. Para falar a verdade, mal senti o gosto. Angélica relatou todos os detalhes de sua última noitada o que me deixou constrangida e com inveja. Kelly dava alguns apartes e eu, muda. Não havia o que falar. Qualquer coisa que eu dissesse poderia virar contra mim. Socorro, Samanta Hot!

Então veio a pergunta fatal. Eu sabia que isso aconteceria, só não esperava que fosse tão cedo. E tão rica em detalhes.

− Você curte anal?

A pergunta foi feita para mim em alto e bom som. De repente parecia que tudo se movia em câmera lenta e que todo o restaurante esperava ansiosamente a minha resposta. O pedaço de bife desceu arranhando minha garganta enquanto eu encarava Angélica, a autora da pergunta, com o olhar mais casual do mundo. Respondi tentando mostrar todo o meu conhecimento e naturalidade sobre o assunto:

− Sexo anal é tudo. Senão tiver, não tem a menor graça.

Talvez o restaurante inteiro tenha ouvido minha resposta, porém não ousei olhar para os lados para confirmar. Meus olhos estavam cravados em Angélica que escutou minhas palavras com franca admiração.

− Bravo – disse ela encantada, batendo palmas para aumentar o meu vexame. – Você pensa como eu. Senão comerem minha bunda, não precisa nem continuar.

Nossa, pensei eu, tomando um copo de Coca Cola de um gole só. Kelly não se fez de rogada e emendou:

− Adoro dar a bunda. Adoro mesmo.
− Eu também. Amo – disse para corroborar mais minha mentira.

Não tive mais coragem de olhar para os lados. O restaurante estava cheio de gente, era pequeno, as cadeiras coladas umas nas outras. Todos os clientes já deveriam saber que eu curtia anal. Vexame. Depois, pensando bem, resolvi relaxar. Antes acharem que eu era uma puta do que descobrirem que eu era intocada. 

domingo, 2 de julho de 2017

A CHAVE DO MEU CORAÇÃO






Ela trancou a porta do seu coração
Para nunca mais amar
Mas um dia cruzou seu caminho
Um rapaz bonito e de bom papo
Com os olhos mais brilhantes que dois diamantes.
A moça se encantou, mas...
Será que deveria entregar a chave do seu coração
Para o moço de sorriso radiante e cabelos de sol?
Ela pensou, pensou e pensou.
E quando finalmente se decidiu

Não lembrava mais onde havia escondido a chave.

quinta-feira, 29 de junho de 2017

MEU CHEFE É UMA LOUCURA (Cap. 4)





Naquele mesmo dia conheci minhas colegas. Seríamos três na recepção e ao me deparar com elas, logo percebi que teria que dar uma repaginada no meu visual o quanto antes para não ficar para trás. Angélica, negra e bem constituída de corpo, era muito simpática e possuía um sorriso contagiante. Elegante mesmo com aquele uniforme horroroso que eu seria obrigada a usar, Angélica tinha todos os requisitos para ser a madrinha de bateria da Portela. Bundão, coxão e peitão era o que se destacava naquele corpo exuberante. A outra moça era a Kelly, tipo mignon, mas igualmente bonita. Com longos cabelos louros, parecia uma boneca que falava, muito delicada e doce. E eu, Valdirene, a patinha feia. Precisava urgentemente dar um jeito na minha aparência ou ficaria virgem para o resto da minha vida.

Logo que cheguei em casa e coloquei minha mãe a par de todas as novidades, comecei desesperadamente a traçar um plano para sair da merda. O primeiro passo e o mais difícil – era começar uma dieta. Calculei que precisaria perder uns seis quilos. Pretendia chegar na empresa dali a quinze dias com dois quilos a menos. Complicado? Era só ignorar o brigadeiro que minha mãe estava enfiando na minha cara.

– O que é isso, mãe? – virei a cabeça para o lado para não ter que olhar para o doce.
– Como o que é isso? Seu doce preferido. Fiz para comemorar sua ascensão profissional.

Não resisti. Só aquela vez. Última e derradeira vez. Anunciei:

– Estou de dieta.
– Desde quando?
– A partir do momento que engolir o brigadeiro.

Dois brigadeiros depois e jurando para mim mesma que aquilo já era passado, sentei em frente ao computador. Foi automático. Abri o editor de texto e Samanta Hot encarnou em mim.

“A loura e a morena. Trabalhavam juntas a cerca de seis meses. Trocavam algumas confidências, particularidades sobre namorados, davam palpites sobre os seus cabelos, roupas, falavam mal do chefe. A intimidade começou a aumentar sem que ambas se dessem conta. Na noite anterior a loura havia dormido na casa da morena. Estava triste. Flagrara o namorado a traindo com outra. E o que era pior. Uma baranga. A morena a levou para casa, fizeram chá, beberam, conversaram, a loura chorou. Dormiram as duas na mesma cama, coxas se entrelaçando, os cabelos de ambas espalhados pelo travesseiro, um doce perfume no ar. No outro dia se levantaram cedo. Tomaram café juntas, havia algo estranho entre elas. Vieram dentro do ônibus cheio. A morena pressionando bunda da loura cada vez que alguém queria passar. E isso continuou até depois que o ônibus esvaziou.

A loura não se importou. Gostou da pressão daquele quadril forte. Em algum momento teve certeza que sentiu a mão da morena passando de leve na sua bunda. Nossa, aquilo era gostoso. Podia passar mais vezes, se quisesse.

As duas trabalhavam na mesma sala. Eram recepcionistas de uma grande empresa. E muito assediadas pelos homens. Mas naquele dia a loura e a morena não enxergaram homem nenhum. Trocaram olhares a manhã toda. Sorrisos marotos e cheios de promessas. Quando chegou meio dia a fome que as consumia era outra. A morena conduziu a loura direto para o almoxarifado. Conhecia bem aquele lugar. Fizera sexo inúmeras vezes ali. Não importava o gênero, homem ou mulher. Ela precisava era desafogar sua vontade e a loura agora estava ali, se ardendo de vontade. Fazia bastante tempo que queria comer a boneca. Agora a oportunidade tinha aparecido, mais forte, mais premente.

A morena não perdeu tempo. Assim que se viram sozinhas no canto mais escuro do almoxarifado, virou a loura de costas e baixou sua calcinha. Essa enlouqueceu. Gemeu, parecia uma gatinha. Empinou a bunda e a morena não perdeu tempo. Enfiou a língua e deu uma lambida bem gostosa no cuzinho da loura. Molhadinha. Gostosa. Logo a loura passou a rebolar, a gemer. A morena se excitou. Enfiou três dedos naquela bucetinha linda enquanto se encoxava na loura. Cada gemido da loura excitava mais a morena. Era um furacão, as duas. O pescoço branquinho da loura já acusava alguns roxos. A morena se lamentou não ter trazido o vibrador para fuder aquela buceta apertadinha. A mais apertadinha de todas que já provara.

De repente a loura se virou. Olhou bem fundo nos olhos da morena e aproximou-se dos seios volumosos dela. Chupou com toda força, até arrancar um grito gostoso dela. A loura se empolgou. Foi descendo pela barriga desenhada e perfeita, abriu o fecho da calça jeans da sua amiga e visualizou os cabelinhos enrolados assim que desceu suavemente a calcinha branca.

A morena fechou os olhos quando sentiu a língua doce da loura vasculhando sua buceta. Era suave, mas a chupava com vontade. Ela sentiu que teria um orgasmo ali mesmo, no almoxarifado. A loura agarrava sua bunda, apertava, dava tapinhas, não tirava a língua. Sua amiga tinha um gosto diferente. Muito melhor do que o cretino com aquele pau nojento. A morena empurrava cada vez mais a cabeça da amiga. A loura achou que seria engolida pela buceta da outra.

De repente a morena não teve mais como segurar. O orgasmo veio com tudo, uma avalanche incontrolável. Ela deu um grito agudo, as pernas fraquejaram, caiu de joelhos. A loura não quis perder tempo. Meteu dois dedos no cu gostoso da morena e socou com força até a outra ter outro orgasmo e ficar estendida no chão com a calcinha arriada.

Quando voltaram ambas para o trabalho à tarde estavam saciadas. Sorridentes. Não hesitavam em se esbarrar, beliscar a bunda uma da outra. A noite prometia sexo e loucuras. E aquele era só começo.”

Li minha história duas vezes, sem saber se a publicava ou não. Era meu primeiro romance lésbico, totalmente inspirado nas minhas novas e futuras colegas. Será que faria sucesso? Bom, não custa tentar, pensei. Em poucos minutos estava no site e em menos de uma hora os acessos se multiplicaram. Samanta Hot era um fenômeno.


Valdirene da Silva precisava urgentemente de um pau.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

MEU CHEFE É UMA LOUCURA (Cap. 3)

Parei de devanear, incomodada com meus próprios pensamentos. Ser virgem era algo que me deixava arrasada. Lembrei-me do celular. Segundo minha mãe, ele havia feito um “barulhinho”. Certamente era a maldita operadora me oferecendo um plano mágico. Sem esperar nada de bom, conferi o que era.

Me arrepiei. Gritei emocionada:

− Mãe! – abri a porta do quarto praticamente pulando. – Eu consegui! Eu consegui!

Minha mãe apareceu segurando um pano de prato, surpresa com a minha gritaria.

− Conseguiu o quê, criatura?
− Um emprego! – mostrei o celular para ela. – Olha aqui, é sério! Vou sair da pindaíba.

Ela franziu os olhos para enxergar o que estava escrito no visor do aparelho. Aparentemente não viu nada e perguntou:

− Onde, Valdirene? Em qual firma?

Eu já estava sem ar. Fui até a geladeira e me servi de um copo de água. Simplesmente mal podia conter a minha empolgação. De repente era como se o futuro abrisse suas portas para mim. Chega de ficar dentro do quarto escrevendo putaria!

− Naquela empresa lá do centro, mãe.
− A que tem vidros do chão até o teto?
− Esta mesma.      
   
Um lugar bem bonito onde eu iria trabalhar muito em breve. Era um prédio alto, uma agência famosa de propaganda e publicidade, toda envidraçada. Eu havia me candidato para recepcionista. Certamente trabalharia com uniforme, coque e cheia de pose. Samanta Hot ficaria um pouco para trás agora. Quem sabe até eu arrumasse um namorado firme?

− Quando você começa, Valdirene?
− Na mensagem diz que é para eu procurar o RH amanhã de manhã – respondi, aliviada. – Deve ser para providenciar documentos, exames... o de praxe. Acho que leva uns 15 dias.
− Fico feliz – disse minha mãe voltando para a cozinha. – Agora você desentoca daquele quarto e sai para a vida. E quem sabe até me dá um genro?


Coloquei o relógio para despertar às 7 horas da manhã e uma hora depois já estava sacolejando dentro de um ônibus lotado. Não, aquilo não era ruim. Depois de meses enfiada em um tédio dos infernos, estar apertada no meio de tanta gente era como se sentir viva novamente. Aquela seria minha rotina – bendita rotina – dali para frente. Eu estava pondo muita fé no meu novo emprego. Claro, eu sentiria alguma saudade de Samanta Hot. Afinal, ela me fizera companhia durante todos aqueles meses. Mas depois de pôr minhas contas em dia e renovar meu guarda-roupa, eu queria cursar uma faculdade, aperfeiçoar meu inglês, viajar. Samanta Hot talvez se aposentasse. E nem por um momento eu pensei nos meus famintos leitores.

sábado, 17 de junho de 2017

MEU CHEFE É UMA LOUCURA (Cap. 2)



A porta do quarto foi aberta de repente e eu levei um susto. Disfarcei e minimizei o texto antes que minha mãe descobrisse que meu vício do momento era escrever contos de putaria para a internet.

− O que foi, mãe?
− Seu celular fez um barulhinho. Acho que alguém está tentando falar com você.
− Obrigada, vou olhar depois – agradeci, desejando que minha mãe vazasse do meu quarto de uma vez. Meu conto estava em um ponto crucial e ser interrompida naquele momento me deixou ligeiramente aborrecida.

Peguei o celular e o coloquei em cima da penteadeira. Tentei me concentrar outra vez no texto, mas aquela pausa fez minha criatividade se perder em algum ponto da minha mente. Fiquei olhando para a tela do meu notebook, tentando encontrar um final excitante para a história. Não consegui.

Prazer, meu nome é Valdirene da Silva. Mas os mais chegados me chamam simplesmente de Val. Val. A moça sem graça e tímida, desempregada há meio ano. Val, a moça sem namorado e que passa a maior parte do tempo sonhando acordada, esperando que o príncipe encantado bata a sua porta. Não precisa vir de cavalo. Eu topo uma Mercedes.

Prazer, meu nome é Samanta Hot. O que eu faço? Escrevo contos eróticos. Enquanto Samanta Hot sou um sucesso. Minhas histórias picantes fazem sucesso na internet. Recebo elogios, convites para sexo selvagem e perguntas indiscretas. Sim, meus eróticos leitores imaginam que os textos que escrevo são uma espécie de autobiografia. Não são. Tudo não passa de uma mente extremamente criativa, que precisa pôr para fora tudo aquilo que parece transbordar. Eu poderia escrever sobre muitas coisas. Amor, romance, terror, suspense, aventura. Optei por putaria e sacanagem. E me dei bem. Mas não fiquei rica. Preciso desesperadamente de um emprego antes que minha mãe vá à falência.

Este é o meu grande segredo. Ninguém pode saber que a desajeitada Valdirene da Silva é a escaldante Samanta Hot. Que vergonha... Minha mãe sofreria um AVC se descobrisse do que é capaz de sair de dentro da minha cabeça com tamanha riqueza de detalhes. E com que cara eu iria olhar para a vizinhança, parentes, ex − colegas de trabalho? Nunca. Samanta Hot morrerá junto com Valdirene da Silva, a santa.

Valdirene da Silva, a virgem. Que isto não se espalhe. Tenho 30 anos. Quase nenhum namorado, muitas decepções, sexo nenhum. Sim, já cheguei perto. Estive na mesma cama que um homem, eu devia ter uns 20 anos. Eu era mais bonitinha, mais graciosa, mais alegre.  E Interessei-me pelo cretino-mor do bairro, o Jair.

Considero isto a maior cagada da minha vida. Acreditei que o desgraçado estava afim de mim também. O Jair já tinha comido mais da metade do mulherio do bairro. Acho que só faltava eu. E, como trouxa que era, caí bem certinho na lábia dele. Palavras bonitas ditas no meu ouvido tiveram o poder de me encantar. Quando me dei conta estava completamente envolvida e pronta para transar. Pelo menos era o que eu achava.

Fui para os finalmentes com ele muito rápido. Pudera, eu estava louca para perder minha virgindade. Provavelmente a última virgem do bairro era eu.  O Jair tinha muita experiência na área e decidi que seria com ele, na falta de coisa melhor. Lembro-me como se fosse hoje. Chegamos na casa dele, um sábado de tarde, e o cara não estava disposto a perder tempo. Foi logo tirando a roupa e arrancando a minha. Confesso, fiquei meio assustada, mas não podia recuar. Quando eu estava só de calcinha e com os peitos de fora, o Jair tirou a cueca samba canção.

Dei um grito.

Aquilo não podia ser de verdade. O Jair era um verdadeiro tripé. Imaginei aquela coisa entrando em mim, me rasgando, me deformando. O Jair levou um susto com meu berro e brochou na hora. Aproveitei aquele momento de constrangimento e me vesti correndo. Ele não fez nada para impedir. Ficou sentado na cama, com seu enorme pau agora murcho, observando-me sair porta afora para nunca mais.

Aquilo me marcou profundamente. Por semanas temi que o Jair abrisse a boca e revelasse meu fiasco. Mas ele nunca fez nada. Manteve silêncio sobre o fato e continuou comendo quem aparecesse na frente dele. Tive outros namoradinhos. Beijei na boca, mas sexo... Acabava com qualquer tipo de relacionamento quando as coisas estavam se direcionando para isto. E assim cheguei aos 30 anos. Virgem, subindo pelas paredes e louca para dar.


Ah, como eu queria ser depravada como a Samanta Hot!

quarta-feira, 14 de junho de 2017

MEU CHEFE É UMA LOUCURA (Cap. 1)

Valdirene está desempregada há meses quando consegue um emprego de recepcionista em uma grande empresa. Escritora erótica nas horas vagas e virgem aos trinta anos, ela mal pode acreditar que o seu chefe é o cara mais lindo que já viu na vida! E agora, Valdirene?


"Ramona entrou na sala do Dr. Clóvis e fechou a porta sorrateiramente. O chefe, concentrado entre tantos papéis, perguntou sem olhar para sua secretária:
− Dona Ramona, a senhora trouxe o relatório que eu pedi?
Ela não respondeu. Aproximou-se lentamente da mesa do chefe, abrindo um a um os botões pequenos da sua blusa recatada. Quando parou em frente a ele estava apenas de sutiã.
O homem ainda não havia reparado que sua subordinada estava tentando lhe seduzir. Sua preocupação eram os números da empresa. Ele estendeu a mão para pegar o relatório. Ramona não perdeu tempo. Abaixou um pouco o corpo e sugou com vontade dois dedos da mão do chefe.
Dr. Clóvis tomou um susto. Ele não era nenhuma beleza. Pelo contrário. Era baixinho, sedentário e usava óculos fundos de garrafa. Não fazia sucesso com as mulheres. Mas como tinha a carteira recheada, sempre havia uma para satisfazer suas necessidades mais prementes. Nunca, nunca mesmo, aventurara-se com qualquer colega da empresa. Pelo menos até aquele momento.A estonteante Ramona, ex-miss bumbum, estava deliciosamente chupando seus dedos.
Seu pau subiu na hora. Foi inevitável. Ramona estava gulosa, sorvendo seus dedos sem parar e lhe lançando olhares muito sedutores. Os peitos siliconados quase saltavam do sutiã vermelho e a saia longa estava prestes a ser jogada no chão.
−Dona Ramona, alguém pode entrar e...
Ela soltou os dedos do chefe e a mão dele caiu pesadamente sobre a mesa.
− Eu tranquei a porta.
− Dona Ramona – ele estava arfante. Ramona abriu o fecho da saia que despencou no chão. A sua secretária estava sem calcinha. – Aqui não é lugar para...
− É sim. – devolveu ela, agora dando a volta na mesa e parando finalmente ao seu lado. Com alguma violência, virou a cadeira de rodinhas onde ele estava sentado e o posicionou frente a ela. Murmurou – Eu chupo seu pau. Depois você me chupa, ok?
Naquele momento o presidente da empresa abriu a porta que não estava trancada como Ramona acreditava. Ela ficou em pé, assustada, sem tentar esconder a nudez. Dr. Clóvis tentou cobrir seus 25 centímetros de pau com o relatório financeiro.
− Sexo a três? – indagou o manager, abrindo o fecho das calças. – Vamos lá!"